A Nossa História

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O Seminário de Setúbal

A Diocese de Setúbal foi criada no dia 16 de julho de 1975 pela bula Studentes nos do Papa São Paulo VI, no território da antiga zona pastoral de Setúbal do Patriarcado de Lisboa. Logo em 1976, D. Manuel Martins, primeiro bispo de Setúbal, erigiu formalmente o Seminário diocesano, preparando o caminho para que os seus seminaristas pudessem vir a ser formados no contexto da Igreja diocesana que iriam servir como sacerdotes. Todavia, durante os primeiros 17 anos da Diocese, os seminaristas de Setúbal fizeram ainda a sua formação nos seminários de Lisboa.

Em 1992, D. Manuel Martins deu início a um projeto diocesano próprio de formação sacerdotal. Com apenas três seminaristas, nasceu o Seminário Diocesano de Setúbal, na cidade episcopal, tendo o Pe. Carlos Rosmaninho como vice-reitor. Em 1997 reuniram-se as condições para que a formação sacerdotal passasse a ser feita integralmente no Seminário diocesano.

No dia 16 de julho de 1999, o Seminário de Almada e o Santuário de Cristo Rei, até então sob a jurisdição do Patriarcado de Lisboa, foram transferidos para a Diocese de Setúbal, como previsto na bula Studentes nos. A formação dos futuros sacerdotes de Setúbal acontece, desde então, no Seminário de São Paulo, em Almada.

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A casa

A história do Seminário de Almada tem início em 1569. Nesse ano, Frei Francisco Foreiro, eminente teólogo e provincial da Ordem dos Pregadores, regressado do Concílio de Trento, fundou o Convento Dominicano de São Paulo de Almada. Os dominicanos habitaram este convento durante quase 200 anos.

O convento sofreu grandes danos com o grande terremoto de 1755. Apesar de o rápido restauro da igreja, os frades abandonaram o convento ao fim de poucos anos. A quinta e a casa conventual acabaram por ser vendidas em 1776 ao industrial francês François Palyart, enquanto a capela serviu como igreja paroquial durante alguns anos. Foi realizado um grande restauro da igreja em 1896 para evitar desmoronamento. Na noite de 9 de outubro de 1911, a igreja de São Paulo foi assaltada por um grupo de republicanos que queimaram e lançaram da ravina as suas imagens, algumas mais tarde recuperadas.

Em 1934, a casa e a quinta são adquiridas pelo Cónego José Falcão, que as entrega ao Patriarcado de Lisboa. No ano seguinte, o Cardeal D. Manuel Cerejeira inaugura aí o Seminário Médio. Em 1938 concluem-se as obras de ampliação do Seminário, adquirindo a configuração atual. O Seminário de Almada esteve ao serviço da formação sacerdotal da Diocese de Lisboa até ao ano de 1999, quando foi transferido para a Diocese de Setúbal, em cujo território se inseria desde 1975.

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